Marçal Aquino

Roteiros – Entrevista – Cinema

Marçal Aquino é jornalista, escritor e roteirista. O jornalismo é seu ganha-pão, a literatura sua paixão e os roteiros uma conseqüência inesperada. É autor dos livros O Invasor e Cabeça a prêmio, ambos adaptados para o cinema.  

Realização e edição: Alexandre Gennari – Revisão e diagramação: Akemi Sakurai e Murilo Dias César – Caricatura: X-Kid

Destaques:

“Meu negócio é literatura. O melhor roteiro não vale um parágrafo de literatura, roteiro não é uma peça literária. Eu sempre faço questão de dizer que sou um escritor que escreve roteiros e não um roteirista que escreve livros.“

“Roteiro não é um produto final, é uma espécie de molde no qual você aplica uma resina, retira o produto e o molde permanece lá. Mas você não exibe o molde.”

“Houve um momento na história do cinema brasileiro em que o sujeito, com duas folhas de papel na mão, passava no balcão da Embrafilme e sacava alguns milhões para fazer um filme. Não havia preocupação com roteiro. Com as leis de incentivo atuais, antes de pensar em captar recursos nas empresas, é preciso apresentar ao ministério uma peça básica: O roteiro! Aí entra a valorização do roteirista no cinema nacional.”

“O cinema brasileiro ganhou músculos. E não me refiro só a prêmios, mas também à repercussão junto à crítica. Estamos discutindo o cinema brasileiro, estamos discutindo o Brasil. Ainda há a questão do público que precisa ser resolvida. O público para o cinema nacional ainda é pequeno. Há uma nova geração de espectadores que acompanha o cinema brasileiro, mas na minha geração criou-se um preconceito contra o cinema nacional, que ainda não foi superado.”

“Meu texto é muito enxuto, isso é uma característica minha que vem um pouco do jornalismo. Não é por acaso que meu ídolo é o Graciliano Ramos. Se você pode dizer algo em duas palavras, não diga em três. Respeito os escritores que gostam de narrar, de elaborar mais seus textos, mas, para a minha literatura, prefiro a concisão. Isso se adapta com facilidade enorme à linguagem na rede.”

Entrevista:

Webwritersbrasil: Qual é a sua formação profissional?

Marçal Aquino: Eu sou jornalista, formado pela PUC de Campinas, em 1983. Trabalhei na grande imprensa até 1990, quando saí do Jornal da Tarde. A partir daí, passei a trabalhar como redator free-lancer. Embora eu escreva livros e roteiros, quem paga as contas aqui em casa é o jornalismo.

Webwritersbrasil: Como começou sua carreira de escritor?

Marçal Aquino: Eu sempre quis ser escritor, mas sabia que, no Brasil, escritor não é uma profissão, por isso fui estudar jornalismo. Desde que me formei só trabalhei na mídia impressa, nunca me interessei por rádio ou televisão, por causa da minha ligação com o texto. Mas a intenção era financiar o meu sonho: a literatura. Eu não pretendo me profissionalizar como escritor e ter que escrever um livro por semestre… Minha relação com a literatura é muito romântica, imagine que eu escrevo à mão, na hora que eu quero, sobre o que eu quero. Não penso em público, não penso em leitores… Só penso em mim quando escrevo.

Webwritersbrasil: E quanto aos roteiros, como isso começou?

Marçal Aquino: Em 1991, o [cineasta] Beto Brant leu um conto que eu havia escrito e que fazia parte do livro “As Fomes de Setembro”. Ele entrou em contato comigo com a idéia de filmar a história. Esse projeto acabou não indo adiante, mas, mais tarde, antes de fazer seu primeiro longa, ele voltou a me procurar. Eu estava trabalhando em uma história sobre pistoleiros de aluguel, que acabou virando o filme “Os Matadores”. Eu não tinha a menor intenção de escrever roteiros, meu negócio era e é literatura. O melhor roteiro não vale um parágrafo de literatura, roteiro não é uma peça literária. Assim, o Beto contratou o Victor Navas e o Fernando Bonassi para escrever o roteiro de “Os Matadores”, mas o resultado, depois da terceira versão, ainda não era aquilo que ele queria. Foi aí que eu voltei à cena e nós escrevemos uma quarta e quinta versões. Foi aí que essa história de roteiro entrou na minha vida.

Webwritersbrasil: Por falar em “Os Matadores”, o Fernando Bonassi, em entrevista ao WWB, disse que esse foi o primeiro roteiro de cinema dele e o melhor que ele já escreveu.

Marçal Aquino: Eu não sabia disso. Mas eu gosto muito do roteiro de “Os Matadores” e o resultado na tela me agrada bastante! Fico feliz que o Bonassi pense assim, foi muito bom trabalhar com ele e foi minha descoberta da linguagem cinematográfica… Mas faço questão de dizer que eu sou um escritor que escreve roteiros e não um roteirista que escreve livros.

Webwritersbrasil: Por falar nisso, em entrevista publicada no e-Pipoca do IG, o Beto Brant disse que sua grande habilidade é a literatura, mas é muito importante ter você por perto durante a elaboração dos roteiros para preservar o espírito da história que você escreveu.

Marçal Aquino: Quem enxerga cinema na minha literatura é o Beto. Ele tem a visão cinematográfica da ação e um instinto artístico apurado. Pra mim, literatura é literatura. A pergunta que eu faço para o Beto é: como é que você vê isso? É essa visão que eu tento passar para o roteiro. O roteirista é aquele que concilia essa visão de cinema com a literatura e cuida da transposição de uma linguagem para outra. Na criação de um roteiro, prefiro sempre trabalhar com o diretor por perto.

Webwritersbrasil: Você já escreveu para outros meios além do cinema? Qual é o seu veículo preferido?

Marçal Aquino: Eu tenho diversos convites para escrever teatro, que é um meio que me fascina. Eu adoro teatro, a interação com o público, a cumplicidade entre platéia e elenco. O Mário Bortolotto adaptou quatro contos meus e juntou-os numa peça chamada “Faroestes”, que integrou uma mostra que ele fez no Centro Cultural São Paulo. Gostei muito do resultado.

Webwritersbrasil: Você já deu algumas pistas sobre isso, mas, afinal, o que é um roteiro para você? Qual é o seu conceito de roteiro?

Marçal Aquino: Eu não consigo dissociar minha visão de roteiro e de literatura. A literatura é um território mágico, em que você cria e propõe idéias. Terminado o livro, restarão as interpretações de cada leitor sobre a história. O roteiro é uma peça meramente informativa que deve se limitar a fornecer dados para o coletivo, para a equipe que vai trabalhar no filme e criar a partir desse texto. Roteiro não é um produto final, é uma espécie de molde, no qual você aplica uma resina, retira o produto e o molde permanece lá. Mas você não exibe o molde. Um bom roteiro é uma peça de transição, não deve ter ambições literárias, nem de direção. Há roteiristas que indicam movimentos de câmera, detalhes da produção… Isso é um vício que vem do hábito de ler roteiros publicados pelo cinema americano, nos quais o diretor faz correções na hora de publicar, depois do filme pronto. É um vício profissional também. É um equívoco usar esse tipo de indicação no corpo do roteiro. A não ser que o roteirista seja o diretor.

Webwritersbrasil: Talvez isso seja resquício da época em que, na maioria dos casos, os próprios diretores roteirizavam seus filmes. A figura do roteirista era muito menos valorizada no Brasil.

Marçal Aquino: Como meus roteiros são escritos ao lado do diretor, entendo exatamente o que ele quer e espera de cada cena. Cabe a mim fornecer as informações que permitam às outras pessoas da equipe chegarem ao que ele idealizou. A rigor, o roteiro deve ter descrição de ações e diálogos. Mais do que isso é direção, extrapola a função inicial do roteiro.

Webwritersbrasil: Você já falou sobre alguns de seus trabalhos como roteirista. Fale-nos um pouco sobre “O Invasor”, que foi um grande sucesso.

Marçal Aquino: Eu credito esse sucesso à maturidade artística do Beto Brant. Nessa nova geração de diretores, certamente ele é um dos destaques. O Invasor começou, pra mim, em 1997. Comecei a escrever essa história como uma reflexão sobre a violência, a banalização dessa violência e a contaminação que ela gera de dois mundos distintos: periferia e centro. Outra questão importante era definir uma linguagem para falar disso. Eu não queria mostrar abertamente a violência. Queria uma violência fora de quadro, sugerida. Isso acabou preservado no filme, foi uma idéia que o Beto acolheu e eu acho que foi fabuloso. Tanto no livro, quanto no filme, você tem a sensação de que viu mil tiros, mas não viu, o tiro está só na sua cabeça. É uma metáfora da violência que está nas ruas: você sabe que ela existe, mas nem sempre você a vê.

Webwritersbrasil: E como surgiu o projeto do filme “O Invasor”?

Marçal Aquino: No final de 1997, eu mostrei o livro, que estava pela metade, ao Beto. Ele gostou e disse: “Vamos filmar isso aí”. Abandonei o livro para fazer o roteiro e, enquanto escrevia, descobri todas as soluções dramáticas da história. Normalmente, meu método de trabalho é outro. Eu começo uma história e nunca sei onde aquilo vai dar. Taí outra diferença da literatura para o roteiro: o roteiro precisa de um planejamento, não dá pra se lançar ao mar… O livro, não. Começo a narrar e vou investigando o que acontecerá entre as personagens. Não tenho esse planejamento! Quando retomei o livro “O Invasor”, já tinha tudo resolvido no roteiro. Foi um processo inverso, que espero não repetir. Eu quero continuar no território do mágico, da literatura, sentar todos os dias pra escrever, sem saber onde vai dar aquela história. Há escritores que dizem que as personagens assumem seu próprio destino, mas comigo isso não acontece. A coisa é muito mais grave: eu simplesmente não sei quem é aquela personagem, ela é quem vai me contar.

Webwritersbrasil: Falar de “O Invasor” nos remete a falar do novo cinema brasileiro. O Fernando Bonassi acredita que: “O cinema brasileiro que está dando certo tem como fórmula a valorização do roteirista e as leis de incentivo. A presença do roteirista é importante até por uma questão de custos. Não adianta fazer um roteiro de oito milhões de dólares, se há somente um milhão para filmar”. Como você vê essa questão?

Marçal Aquino: A opinião do Bonassi é precisa. Houve um momento na história do cinema brasileiro em que o sujeito, com duas folhas de papel nas mãos, passava no balcão da Embrafilme e sacava alguns milhões para fazer um filme. Não havia muita preocupação com roteiro. Alguns diretores pegavam a câmera e iam fazer o filme, e o resultado, na maioria das vezes, era desastroso. Com as leis de incentivo atuais, antes de pensar em captar recursos nas empresas, é preciso apresentar ao ministério uma peça básica: o roteiro! Aí entra a valorização do roteirista no cinema nacional. E a maioria dos novos filmes brasileiros se voltaram para a nossa realidade, falam de Brasil, estão tentando passar uma visão contemporânea do país. Grande parte das histórias estão sendo garimpadas na nossa literatura, o número de adaptações é muito grande. Volta aí, a figura do roteirista. “O Invasor” parte de uma matriz literária, “Cidade de Deus” e “Abril Despedaçado” também. Com isso, o cinema brasileiro ganhou músculos. E não me refiro só a prêmios, mas também à repercussão junto à crítica. Estamos discutindo o cinema brasileiro, estamos discutindo o Brasil. Ainda há a questão do público que precisa ser resolvida. O público para o cinema nacional ainda é pequeno. Há uma nova geração de espectadores que acompanha o cinema brasileiro, mas na minha geração criou-se um preconceito contra o cinema nacional, que ainda não foi superado.

Webwritersbrasil: Você citou “Cidade de Deus”, do Fernando Meirelles, que foi o pivô da polêmica da “Cosmética da Fome”. O que você achou do filme, considerando que o tema é bem próximo de “O Invasor”?

Marçal Aquino: Eu gosto muito do filme. Primeiro, li o livro e adorei. Conhecia também o roteiro: Fiz parte do júri de um concurso que premiou esse roteiro. Na época, achei maravilhosa a leitura que o Bráulio Mantovanni fez da obra do Paulo Lins, que é um mosaico complexo de pequenas histórias. É muito difícil, em uma adaptação, dar conta de todo esse universo. Mas o resultado é muito competente: o filme tem uma cinematografia muito interessante, um show de atores que não são atores, enfim, é uma fita que tem muita qualidade e seu sucesso é mais do que merecido.

Webwritersbrasil: Qual sua experiência com internet? Você já produziu para a rede?

Marçal Aquino: O melhor da internet é que, por causa dela, as pessoas passaram a escrever mais. Diversos autores novos surgiram, escrevendo na net e passaram para a literatura. Quanto ao e-book, assim que ele surgiu, os mais afoitos se apressaram em prever, mais uma vez, a morte da literatura. Eu já sabia que isso não passava de mais uma onda… A cada vez que inventam uma nova linguagem, dizem que a literatura morreu. Mas não morreu e não vai morrer. De vez em quando, tenho oportunidade de escrever para a rede o que me agrada muito. O grande lance é a rapidez da resposta do leitor.

Webwritersbrasil: O que você muda no seu texto quando o veículo é a internet?

Marçal Aquino: Absolutamente nada! Por uma razão simples: meu texto é muito enxuto, isso é uma característica minha que vem um pouco do jornalismo. Não é por acaso que meu ídolo é o Graciliano Ramos. Se você pode dizer algo em duas palavras, não diga em três. Respeito os escritores que gostam de narrar, de elaborar mais seus textos, mas, para a minha literatura, prefiro a concisão. Talvez não seja nem uma questão de estilo, mas de limitação mesmo. Isso se adapta com facilidade enorme à linguagem na rede.

Webwritersbrasil: Não só à linguagem de internet, mas à linguagem escrita de hoje como um todo…

Marçal Aquino: Sempre me disseram que a prática do jornalismo prejudica o texto literário. Para mim, é o contrário. O jornalismo valoriza a concisão, a linguagem enxuta… Eu já amava isso antes de estudar comunicação! O jornalismo só potencializou isso em mim, e também abriu minha visão para aquilo que está além das aparências, coisa típica de repórter. O Beto Brant diz que, se olharmos para a mesma mulher, só eu vou me interessar pelo esmalte descascado nos dedos dela. Isso é uma coisa do jornalismo. Eu não sei ficar dando voltas, fazendo firulas…

Webwritersbrasil: Isso é pura internet

Marçal Aquino: Cabe na internet, sem maiores arranjos.

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34 respostas para Marçal Aquino

  1. Franciele Ferreira da Silva disse:

    Oi Marçal Aquino, não quero fazer uma pergunta, mas sim um convite. Se você puder me atender serei imensamente grata, meu email é: franciele.silv@yahoo.com.br, quero trocar ídéias. desde já agradeço.

  2. Otávio disse:

    Será que vocês poderiam me informar o email do Marçal?
    Agradeço.

  3. Ivan Freitas disse:

    Tenho muito interesse pela obra e estilo do Marçal, se puder, gostaria de poder enviar-lhe um email diretamente. Valeu!

  4. Karina disse:

    Olá, gostaria de obter o email do Marçal, gosto muito do trabalho dele.
    Segue o meu: kazilio@hotmail.com
    Obrigada!

  5. Vanessa Mazzari disse:

    Olá, meu nome é Vanessa. Sou leitora do Marçal Aquino e me interesso muito pelo o que ele escreve e pelos temas que explora. Gostaria de algum contato dele. Sou jornalista também. Obrigada, Vanessa Mazzari.

  6. Ana Aparecida de Faria Vilaça disse:

    Boa tarde! Sou professora de Língua Portuguesa e Literatura. Estou desenvolvendo uma gincana de leitura com os estudantes. Uma das tarefas é escrever para o escritor e uma equipe, que leu um livro de Marçal Aquino, escolheu essa tarefa. Gostaria de obter o endereço dele para correspondência. Meu nome é Ana e agradeço.

  7. Pingback: Marçal Aquino no Encontros com Autores e Ideias de Mona Dorf | Webwritersbrasil's Blog

  8. Renan Caliman disse:

    Olá Marçal Aquino! Sou aluno do instituto federal do Espírito Santo e estou realizando, junto com meu grupo, um trabalho sobre o senhor. Seria de grande valia entrarmos em contato, para esclarecer dúvidas, e ouvir histórias. Agradecemos desde já

  9. ivannfreitas disse:

    Estou divulgando uns contos que publiquei num site literário: http://ocargueiro.wordpress.com/

  10. Olá. Gostaria de obter o endereço de email do Marçal, se possível. Agradeço. Abraço.
    Rodrigo

  11. Daniele Petruccioli disse:

    Olá, eu também gostaria contatar o Marçal Aquino, pois sou tradutor para o italiano e uma editora com a qual colaboro está interessada no trabalho dele, mas a sua velha agência parece não mais representá-lo. Obrigado por lhe passar o meu contato, que vou marcar em baixo.

  12. Érika Valério disse:

    Olá, me chamo Érika e estou surpreendentemente absorta pela obra do Marçal Aquino, gostaria portanto que o email foi repassado para referido autor, para trocarmos idéias, para elogios e tirar dúvidas. Meu email é erikasvalerio@hotmail.com

  13. Rafael Dias disse:

    Olá webwritersbrasil:

    Meu nome é Rafael Dias e sou estudante do quarto ano de jornalismo da Faculdade Cásper Líbero em São Paulo. Escrevo atualmente como trabalho de conclusão de curso (TCC) livro-reportagem sobre escritores da série Vaga-Lume, a ser entregue no final de outubro do corrente ano.

    Gostaria de escrever um perfil sobre Marçal Aquino, um dos autores da coleção, e por isso preciso do contato dele (e-mail, telefone e/ou facebook para tentar agendar uma entrevista).

    Pode repassar a mensagem para o escritor?

    Obrigado!!!

  14. Beatriz disse:

    Olá, gostaria de entrar em contato com o autor, para saber se existem traduções oficiais para o inglês de sua obra, e solicitar o uso de uma citação em uma exposição. Obrigada

  15. Senhor Marçal,
    É com muito respeito e admiração que te escrevo esta mensagem. Sou professora do Colégio Ápice, em Rio Verde -GO, e meus alunos do 6º ano estão lendo seu livro “A turma da rua Quinze”. Eles são incríveis e adoram ler. Sempre entro em contato com os autores dos livros deles e até agora só obtive bons resultados.
    Consigo ver o brilho nos olhos deles quando recebem o incentivo à leitura dos próprios autores das obras que estudamos. Sua obra é incrível e tem tudo o que eles gostam: ação, mistério e situações do cotidiano deles! Vejo potencial nessas crianças e sei que só precisam de pequenos “empurrãozinhos” para alcançar o sucesso e tornarem a leitura mais que uma obrigação escolar.
    Gostaria de que o senhor enviasse uma mensagem de incentivo a seus leitores mirins, quero mostrar a eles que o mundo da leitura é incrível, além daquilo que os livros nos proporcionam, onde a magia pode ser transportada para a vida de cada um.
    Espero, ansiosamente, pela resposta.
    Um abraço,
    Jéssica Verona

  16. Solange Zorzo disse:

    Olá, estou elaborando meu projeto de doutorado sobre literatura e roteiro e gostaria muito de pesquisar sobre os roteiros adaptados por Marçal Aquino. Para isso, preciso do contato do autor para que eu possa ter acesso aos roteiros e às obras ou pelo menos que ele me informasse onde posso encontrá-los. Muito obrigada.

  17. Keila Alves disse:

    Olá, gosto muito do trabalho do Marçal, inclusive, já escrevi um artigo em que uso como referência um de seus livros. Ficaria muito grata se pudesse entrar em contato diretamente com ele. Abraço!

  18. Kelly Fantini disse:

    Olá, boa noite. Gostaria do endereço de e-mail do Marçal Aquino. Obrigada, Kelly.

  19. Meu nome é Elisete Henriques, sou assessora de comunicação do Sindicato dos Servidores do Sistema Penal (SindSistema-RJ) e preciso urgentemente do contato do Marçal Aquino. Vocês do webwritersbrasil poderiam fazer essa ponte? Por favor.
    contato@sindsistema.com.br
    Grata!

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