Uma crônica de Paulo Mendes Campos

Brasil brasileiro
Paulo Mendes Campos

A Arte da Crônica: Uma vez, numa recepção da nossa embaixada em Londres, uma dama inglesa, depois de ouvir Aquarela do Brasil, estranhou ironicamente a associação dos termos “Brasil brasileiro”. A França é francesa, dizia, a Inglaterra é inglesa, o Afeganistão é afegane, sem que se precise dizer… Minha senhora, respondeu-lhe alguém, é que o Brasil é muito brasileiro, é o único país brasileiro do mundo, e só quem nos conheça bem será capaz de entender isso (…) Uma finta de Garrincha, uma cabeçada de Pelé, uma folha-seca de Didi são parábolas perfeitas do comportamento brasileiro diante dos problemas da existência. Eles maliciam, eles inventam, eles dão um jeitinho (…) O andar da mulher brasileira, como o café, é uma das grandes riquezas pátrias.

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